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Responsabilidade social na educação superior: Desafios à formação ética e cidadã

Atualizado: 4 de Jul de 2020

Neste de artigo comentamos sucintamente ideias abordadas na revisão de literatura de nossa tese de Doutorado, defendida em 2014, que seguem desafiadoras e atuais. Nosso enfoque aqui é de conteúdo da formação, e não de forma/metodologia, embora ambos sejam interdependentes.

Em plena pandemia, decorrente do Covid-19, cabe incluir o desafio de pensar as demandas para a formação ética e cidadã no contexto da educação online, desafio este já presente no cenário da educação, mas que toma agora novas proporções e de modo muito mais veloz. Opto por manter o conteúdo aqui e em outros artigos avançar em outras reflexões, conjecturas e provocações sobre este tema.



As universidades têm sido requisitadas a contribuir para a construção de novos caminhos em direção a uma sociedade sustentável. Como aponta Segrera (2010, p 106, tradução nossa), a Educação Superior contemporânea “tem uma responsabilidade pública fundamental a respeito dos conteúdos curriculares, da ética e dos valores que transmite” e possui a tarefa de construir novos paradigmas para uma sociedade sustentável, na atual crise civilizatória.


Uma concepção de Responsabilidade Social Universitária (RSU) vem sendo incorporada na gestão das Instituições de Ensino Superior (IES) e diz respeito a um modelo de qualidade e gestão ética que contempla os processos e os impactos das atividades da universidade nos seus quatro âmbitos de atuação: ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional (VALLAEYS, 2008). A responsabilidade social das universidades implica, assim, que as IES revisem suas missões para “equilibrar o conhecimento economicamente pertinente como conhecimento humano e social pertinente” (SEGRERA, 2010, p 106, tradução nossa).


A responsabilidade social com a formação acadêmica, com a produção de conhecimentos e com a participação social universitária se associa, assim, às temáticas da qualidade, da autonomia e da pertinência social no campo da educação. Neste contexto, a Educação Socialmente Responsável (ESR), emerge como dimensão da RSU que contempla a própria essência da missão e do fazer universitário, ou seja, o ensino e seus impactos, através dos processos educativos que atualizam as demandas por uma formação ética e cidadã. A ESR diz respeito aos processos acadêmicos de formação humanística e profissional e às medidas de gestão e avaliação da qualidade acadêmica, no sentido do cumprimento da missão socialmente responsável da universidade (ORSALC, 2012).


Considerando a educação como um sistema aberto e uma das principais forças de transformação para a mudança de mentalidades, compreender como a universidade está incorporando a educação socialmente responsável em seus projetos pedagógicos e, mais especificamente, nos currículos dos cursos de graduação, foi o interesse principal de nossa pesquisa “Educação Socialmente Responsável no Ensino de Graduação”, realizada em universidade privada confessional e comunitária gaúcha.


Responsabilidade social universitária - aproximações conceituais


O termo responsabilidade social, sob o qual depois se abriga a categoria educação socialmente responsável no âmbito do ensino, contém em si uma totalidade de contradições e atualiza preocupações e formas históricas de responder à questão social e ambiental na gestão das organizações.


Embora as abordagens conceituais mais recentes não contenham em si diferenças significativas na forma de apropriação do termo, o uso social que se faz da responsabilidade social tem permitido uma diversidade de enfoques. Na educação, a RSU, sustentada por referências de reconhecimento internacional e acadêmico, vem sendo compreendida como um modelo de gestão que permite alavancar nas IES processos de mudança institucional e social, e que busca incorporar a complexidade das variáveis que impactam e são impactadas pelas atividades da organização.


Como bem colocam Barbieri e Cajazeira (2009), debates em torno da responsabilidade social das empresas existem desde seu surgimento no início da era moderna, e muitos destes debates já eram associados ao problema da pobreza. Entretanto, em termos gerais, é comum situar o recrudescimento da responsabilidade social nas décadas de 60-70 nos Estados Unidos, associado a movimentos ambientalistas e de defesa dos direitos dos consumidores e a pressões para prestação de contas das ações e dos investimentos empresariais na sociedade (ALESSIO, 2008; ASHLEY, 2002).


A partir dessa época, um número maior de produções começa a surgir sobre o assunto. Já no auge da década de 80 podemos falar em um movimento da responsabilidade social incorporado na agenda do mundo globalizado, ainda que sua origem não seja única nem sincrônica nos diferentes países onde se desenvolve. Os distintos padrões de interação entre o Estado, mercado e sociedade e de formas de lidar com o aparente antagonismo entre interesses privados e compromissos públicos em cada realidade (GARCIA, 2004) conferem diferentes tendências nas abordagens de responsabilidade social. De qualquer forma, a participação das empresas na redução das desigualdades sociais e na redução da pobreza e nas questões ambientais, nesse momento histórico, está relacionada, como expõe Beghin (2005), ao entendimento de que a sobrevivência no mercado globalizado e a legitimidade relacionam-se a novas variáveis e exigências.


O acirramento dos impactos sociais e das ameaças ambientais decorrentes do modo de produção e de vida que se gestam no paradigma moderno, vai exigindo novos padrões e comportamentos éticos, tendo em vista a manutenção da própria capacidade de sobrevivência e expansão do sistema capitalista e da organização empresarial neste sistema(SOUR, 2003).


No contexto brasileiro, a Responsabilidade Social ganha força como movimento a partir do final da década de 1990, em um ambiente de Reforma Gerencial do Estado, marcado pela constituição de um novo pacto social (BEGHIN, 2005). A principal referência nacional no assunto, liderança no ambiente empresarial e institucional sobre o tema, o INSTITUTO ETHOS (2001), apresenta a responsabilidade social como a qualidade ética das relações da empresa/organização com todos os segmentos vinculados direta ou indiretamente ao processo produtivo (governo, comunidade, ambiente, funcionários, acionistas, clientes e fornecedores) abordando, neste amplo espectro, o combate às formas de exclusão social, as manifestações de desigualdades sociais e as questões ambientais. A responsabilidade social é concebida como um modelo de gestão de negócios rumo ao desenvolvimento sustentável e, a partir desta concepção, desenvolvem-se conceitos correlacionados, como os de cidadania empresarial e da própria governança corporativa (McINTOSH, ET AL, 2001; SOUTELLO ALVES, 2001; ASHLEY, 2002).


Assim, ao longo de sua trajetória, o movimento da responsabilidade social vai superando o enfoque simplista e reducionista inicial da função social da empresa e da filantropia empresarial tradicional. Em face da crescente complexidade do sistema econômico, político e social e seus impactos, vão se estabelecendo sinergias que ampliam a concepção da responsabilidade social através da articulação com temas como negócios sustentáveis, direitos humanos, ecologia, comércio justo, entre outros. No conjunto, atores da sociedade civil, das empresas, da academia e de organismos internacionais começam a focalizar a atenção na necessidade de uma gestão racional das organizações do ponto de vista de uma ética da sustentabilidade global (VALLAEYS, 2008). A responsabilidade social se expressa assim, no acatamento de normas éticas universais de gestão para o desenvolvimento humano sustentável, voltadas tanto à administração interna da organização quanto a seu vínculo com a sociedade.


Nesse cenário, um conjunto cada vez maior de princípios, pactos e normas começam a ser incorporados à gestão das organizações, conforme sistematizados. Entre eles, a Declaração Universal de Direitos Humanos, o Pacto Global, diretrizes da OCDE, uma diversidade de convenções e recomendações da OIT, os padrões normativos SA8000, NBR 16001 e a norma internacional de responsabilidade social, ISO 26000, a qual foi coletivamente construída através do consenso entre diferentes agentes do campo econômico, político, social e acadêmico internacional, publicada no final do ano de 2010.

Dessa forma, chega-se a um entendimento comum nas abordagens contemporâneas de que a responsabilidade social envolve a participação de todas as partes interessadas no fazer da organização, através de um amplo conjunto de ferramentas de gestão. Temáticas inovadoras vão se desdobrando em diferentes abordagens, como por exemplo, os investimentos sociais responsáveis, as tecnologias limpas, o consumo responsável, a gestão da diversidade e da equidade, o empreendedorismo social, o engajamento das partes interessadas e os territórios socialmente responsáveis. Emergem também novos modelos de negócio, como negócios sustentáveis e empresas do sistema B, no contexto de novas economias.


O movimento da responsabilidade social se inicia no campo empresarial e se amplia para a responsabilidade social das organizações em geral, contemplando a esfera pública e privada com e sem fins lucrativos. É nesse conjunto de mudanças por que vão passando as relações Estado, mercado e sociedade no final do século XX que a discussão da responsabilidade social universitária ganha espaço no campo do ensino, da pesquisa, da extensão e da própria gestão institucional das IES.


Um novo tipo de responsabilidade amadurece no século XXI, sustentada na gestão de impactos e riscos e não em termos filantrópicos. Segundo Beck (1998), a sociedade de riscos se baseia na transformação das ameaças civilizatórias da natureza em ameaças sociais, econômicas e políticas do sistema, rompendo com o conceito da sociedade industrial clássica, de oposição entre natureza e sociedade. A responsabilidade social na educação superior se insere, por um lado, como um eco da responsabilidade social empresarial e, por outro lado, como resposta aos desafios de recriar instituições que formem profissionais e gerem conhecimentos de forma mais orgânica (VILLANUEVA, 2012), considerando a necessidade de responder aos novos problemas do desenvolvimento no contexto de uma sociedade de riscos. Como categoria em construção, convida a universidade à reflexão crítica, à discussão interna, à busca pelo alinhamento de concepções e ao posicionamento institucional que responda de forma coerente às demandas sociais, em conformidade com a missão, identidade e cultura de cada instituição de ensino.


O aprofundamento da concepção de responsabilidade social na universidade, implica superar a perspectiva do compromisso social, que depende da vontade facultativa e do querer e envolve a filosofia de gestão. A responsabilidade social das universidades é compreendida como uma política de qualidade ética que abrange todas as atividades da comunidade universitária, através de uma gestão responsável dos serviços educativos, cognitivos, laborais, sociais e ambientais. Supõe estabelecer um diálogo participativo da universidade com a sociedade, tendo em vista promover o desenvolvimento humano sustentável. ( VALLAEYS, 2006)


A íntima relação que passa a se estabelecer entre responsabilidade social, sustentabilidade e gestão de impactos, tendo em vista o desenvolvimento sustentável, encontra em uma nova ética o seu fundamento e princípio norteador. A responsabilidade social implica este dever ético e a obrigação moral e epistemológica de internalizar as externalidades e não limitar a gestão a seus processos internos.


No caso de uma universidade, os impactos educativos e cognitivos são a essência do fazer universitário e onde residem os maiores riscos e as maiores potencialidades no que se refere à contribuição para um novo modelo de gestão ética e de compromisso com o desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, privilegiar o enfoque educativo é uma forma de dar visibilidade e de fortalecer processos e políticas institucionais que contribuam para a qualificação das iniciativas de formação acadêmica voltadas ao desenvolvimento ético e a cidadania. Para tanto, tão importante quanto desenvolver ações que promovam impactos impulsionadores dessa direção é ampliar a consciência organizacional em relação aos possíveis impactos negativos de suas atividades.


Educação Socialmente Responsável e formação ética e cidadã

A promoção do ensino socialmente responsável implica tanto a formação de indivíduos qualificados para o mundo do trabalho e o mercado profissional quanto a formação de indivíduos “críticos, moralmente competentes, capazes de tomada de decisões frente a questões éticas, não apenas considerando uma visão deontológica, mas também seus contextos pragmáticos, morais e sociológicos” (BOLAN e MOTTA, 2008, p.17).


Nesse sentido, a formação acadêmica tem papel relevante na formação dos estudantes e os princípios e valores direcionados ao desenvolvimento humano devem estar condensados nos projetos pedagógicos e nas diretrizes institucionais que sustentam e norteiam a organização do conhecimento. A coerência ético-pedagógica passa a ser um ponto-chave no processo e um desafio do ponto de vista da aproximação entre o discurso e a prática institucional.


Os possíveis impactos educativos negativos - como a hiperespecialização, a falta de formação ética e cidadã e a redução da formação ao afã da empregabilidade - precisam ser reconhecidos a partir de uma gestão que envolve a formação cidadã e profissional responsável, a aprendizagem socialmente pertinente e solidária e a construção de currículos consensuais. Entretanto, a ruptura com a inteligência cega (MORIN, 1992) ainda é extremamente desafiadora nos ambientes educativos, posto que tem sua origem em uma racionalidade que, embora já muito “sacudida” pelos novos paradigmas epistemológicos e teorias, ainda opera com muita força na nossa vida.


Constatamos que a ESR encontra na ética e na cidadania dois fundamentos estruturantes que dizem respeito ao enfrentamento de questões contemporâneas para a educação como a construção de relações sociais sustentadas em uma cidadania e democracia que reconhece as diferenças, dentro de preceitos de igualdade e equidade (específicamente questões de gênero e de identidade racial) e relações com a realidade das desigualdades sociais, da pobreza e da problemática ambiental.


A ecologia da ação (MORIN, 1992) é um recurso importante para esta compreensão, posto que a ação supõe complexidade e, imersa num universo de interações, é suscetível ao imprevisto, ao acaso, aos desvios, ou seja, a ação pode escapar a suas intenções iniciais e seus efeitos dependem das condições efetivas do ambiente onde se desencadeiam e suas conexões.


Finalmente, considerando que a ética aparece como um pilar essencial da responsabilidade social, a formação ética, na perspectiva da educação socialmente responsável, necessita ser discutida. Por referir-se a uma responsabilidade global, a responsabilidade social pede uma visão ecológica do mundo. A educação socialmente responsável encontra aqui, através da formação acadêmica, uma relevante e árdua tarefa, na medida em que precisa materializar um projeto de formação atualizado a seu tempo histórico e que integre a formação técnica com uma formação humanística alimentada por esses novos conceitos e padrões.


O conjunto dessas reflexões sobre a Responsabilidade Social na Educação Superior, mais especificamente sobre as tensões da incorporação da RSU pelas universidades em seus modelos de gestão e educação desvela um campo pleno de contradições e possibilidades.


Utilizando a referencia da ORSALC, a Educação Socialmente Responsável emerge como expressão da RSU no ensino, missão essencial das IES, nos provoca reflexões e inquietações e nos impõe desafios, expostos ao longo do texto, os quais se referem à materialização de propostas e práticas de uma formação substantiva, incorporando a ética e cidadania nas tensões da competitividade agressiva do mercado, da sustentabilidade global do planeta e da concepção de educação como serviço comercial versus direito social e bem publico, comprometida com a pertinência e relevância social.

A ESR e a formação ética e cidadã são pensadas na contemporaneidade no contexto dos complexos processos econômicos, políticos, sociais e culturais, globais e locais. A cidadania, articulada à perspectiva ética, contempla o direito a ter direitos e a convivência social e é ressignificada e desafiada a percorrer o caminho da justiça à sustentabilidade, da garantia da democracia e dos direitos humanos à responsabilidade global. Estes são desafios que abrangem questões de ordem epistemológica, política, social e pedagógica para as universidades e seus gestores, docentes, discentes e funcionários técnicos e administrativos.


Os processos de formação a serem instaurados nessa perspectiva implicam que a ESR contemple dimensões objetivas e subjetivas, articulando conteúdos e prática social, sensibilidade e razão. A efetivação de projetos de formação universitária, nessa perpectiva, provoca diferentes desafíos à gestão. Discutir e buscar agendas comuns em relação às diferentes concepções sobre ética e cidadania, articuladas com a identidade, os principios e os valores da cultura institucional, em contextos plenos de diferenças, é um deles. A abertura para olhar o que está expresso e o que está oculto, deixar emergir e integrar uma visão complexa que, através do principio dialógico (MORIN, 1992), associe as contradições, as complementariedades e os antagonismos, num esforço permanente de construção de coerência e sentido, é outro.


A trajetória percorrida acaba por encontrar aproximações entre a perspectiva da educação socialmente responsável construída e os novos horizontes, desafios e possibilidades que se colocam à formação, no contexto das novas racionalidades e seus desdobramentos na educação. Como propõe Hermann (2012), a racionalidade hermenêutica, ao incluir “dimensões discursiva, estética e metafórica, dá novas visibilidades a determinados problemas da condição humana” (HERMAN, 2012 p. 22), e assim a exigência ética na educação retoma seu lugar, “(...) recuperando a dimensão ético-estética da experiência humana que nos prepara para a capacidade de julgar” (HERMANN, 2010, p 57).



Referências

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ASHLEY, Patrícia Almeida. Ética e Responsabilidade Social nos negócios. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2005.

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